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24.7.02

Festival Internacional de Teatro Palco & Rua de Belô

O grupo Close-Act, da Holanda abre, no dia 15 de agosto, com o monumental espetáculo de rua "Malaya", a 6ª edição do Festival Internacional de Teatro Palco & Rua de Belo Horizonte. Promovido pela Prefeitura de Belo Horizonte - Secretaria Municipal de Cultura e Associação Movimento Teatro de Grupo de Minas Gerais (MTG), o Festival acontece no período de 15 a 25 de agosto e conta com o patrocínio do Banco Itaú/Bemge e apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.
Além de Belo Horizonte, a programação do Festival se estende também à cidade de Vespasiano, na Grande BH, onde serão encenados um espetáculo de rua e um de palco, ambos gratuitos.
A cerimônia oficial de abertura do FIT-BH/2002 será no dia 14, às 19h, apenas para autoridades e convidados. Em seguida, às 22h, começa a funcionar o Estação em Movimento - Ponto de Encontro do Festival, com bar, shows e intervenções, até às 4h.
A programação de espetáculos começa no dia 15, às 20h, na Praça Sete, com concentração e apresentação dos grupos Guarda de Congo Feminina e Guarda de Congo de Moçambique, Trovão das Minas, Tambor Mineiro, Bloco Miguilim e Bloco Tambolelê (Belo Horizonte), Boi da Manta (Lagoa Santa), Boi de Reis (São Francisco) e Batuque de d. Maria (São Romão).
Às 21h, esses grupos saem em cortejo conduzido por dois integrantes do grupo Close-Act (emissários de Malaya), sobre pernas de pau, em direção à Praça Rui Barbosa (Praça da Estação). Lá, serão recebidos pelo restante do elenco holandês que, às 21h15 inicia a encenação de "Malaya".
Como nos anos anteriores, o Festival mantém como critério norteador para a escolha dos grupos, a qualidade dos trabalhos aliada à diversidade de origens, linguagens, estéticas e gêneros.

Palco e Rua
O evento vai contar com a participação de um total de 18 grupos, que apresentarão 12 espetáculos de palco e seis de rua. Os nove grupos estrangeiros vêm de sete países: Holanda, Espanha (dois), Argentina (dois), Rússia, Estados Unidos, França e Polônia. Do Brasil, participam cinco grupos (dois do Rio de Janeiro, dois de São Paulo e um do Rio Grande do Sul), além de quatro grupos locais.
Os nove espetáculos internacionais são: "Aux Pieds de la Lettre" (Cie. Dos à deux/França); "Dirty Fred" (Fred Roellig/EUA); "Femina" (Teatr Cogitatur/Polônia); "Gala" (grupo Gala de Buenos Aires/Argentina); "Jurujujaja: el Desastre Continua" (Nanny Cogorno/Argentina); "Madame et Monsieur" (Cia. Leandre-Claire/Espanha); "Rock & Clown" (Producciones Yllana/Espanha); "Malaya" (grupo Close-Act/Holanda) e "White Cabin" (Akhe - Russian Engineering Theatre/Rússia).
Os espetáculos nacionais são: "A Sua Melhor Companhia" (Cia. do Público/Rio de Janeiro); "Meu Destino é Pecar" (Cia. dos Atores/Rio de Janeiro); "Nossa Vida não Vale um Chevrolet" (Cemitério de Automóveis/São Paulo); "Deadly" (Cia. Circo Mínimo/São Paulo) e "O Pagador de Promessas" (Depósito de Teatro/Porto Alegre).
De Belo Horizonte, participam "O Homem da Cabeça de Papelão" (Grupo Trama de Teatro); "Perdoa-me por me Traíres" (Cia. Luna Lunera); "Sem Lugar" (Grupo 1º Ato) e "Urucubaca - Na Roda do Mundo" (Cia. SeráQuê?).
Uma das novidades do Festival nesta edição é o BH-FIT/Rua, uma série de atividades para discutir o teatro de rua e refletir sobre os motivos da sensível queda na produção de trabalhos desse gênero em Belo Horizonte. Constam da programação, além de palestras, a Mostra de Micropeças de Rua.
Reunidas em três blocos de três micropeças cada um - sendo cada bloco considerado uma apresentação - as encenações vão integrar a grade de espetáculos de rua. São elas:
Bloco I: "A Bolha de Sabão", de Daniel Furtado Simões; "As Alegres Meninas da Rua Quinze", de Myriam Campas de Faria e "Retrato na Janela", de Ana Caldas Lewinsohn.
Bloco II: "Corações Partidos ou Amor-em-pedaços", de Carloman Welliton Soares Bonfim; "Presente de Aniversário", de Cristiane Ferreira da Silva e "Círculo", de Luciene Magalhães Borges.
Bloco III: "Ai Meu Deus, me Dá um Trocadinho aí?", de Francisco Abreu Fernandes Alvarenga; "Esquina dos Aflitos", de José Ricardo Júnior e Luiz Carlos Garrocho e "Cânticos", de Cristiano Peixoto Gonçalves.
A proposta do evento é promover sempre o acesso do maior número possível de pessoas, das mais diferentes vertentes sociais aos espetáculos e eventos especiais. Nesta edição, estão programadas 89 apresentações dos 18 espetáculos e das nove micropeças de rua. Mais da metade das apresentações (47) é gratuita, apresentada em ruas, praças, feiras, mercados e até igrejas, nas nove regiões administrativas da cidade, além de duas apresentações na cidade de Vespasiano. E os preços dos ingressos para as 42 apresentações dos espetáculos pagos são acessíveis à maioria da população.

Histórico do FIT-BH
Desde 1994, quando foi criado, o FIT-BH vem alterando o cotidiano da cidade, que se transforma durante onze dias, num espaço de celebração e solidariedade, com o encontro de representantes dos mais diversos povos e culturas.
Nas cinco edições realizadas, o FIT-BH já recebeu 87 grupos nacionais e internacionais que trouxeram 108 espetáculos de 19 diferentes países (França, Itália, Suiça, Espanha, Polônia, China, Japão, Singapura, Togo, Colômbia, Cuba, Bolívia, Argentina, Chile, Uruguai, Suécia, Bélgica, Venezuela, Índia) promovendo encontros e trocas culturais significativos tanto para artistas quanto para o público.
Do Brasil, dez, dos 26 estados brasileiros, já estiveram representados no evento. Um total de 459 apresentações (250 de palco, 209 de rua) atingiram um público de aproximadamente 600 mil pessoas. Foi através do FIT-BH que muitas dessas pessoas tiveram seu primeiro contato com a arte de representar.

Eventos Especiais
Além dos espetáculos, o FIT-BH promove eventos especiais (programação à parte que será divulgada brevemente). Trata-se de uma proposta que procura socializar, através da reflexão sobre o fazer artístico, o conhecimento teórico-prático das artes cênicas, contribuindo assim para a formação dos profissionais que atuam nos setor. Neste ano, será criado também um espaço de encontro entre a tradição e a modernidade, possibilitando questionamento e reflexão sobre a cultura na sua mais ampla diversidade. Foram eleitas quatro frentes norteadoras:
Incentivo à arte de rua (Mostra de Micropeças de Rua e palestras);
Movimentos Urbanos (Mostra Movimentos Urbanos integrada por performances de teatro, música, vídeo, poesia, dança, artes plásticas e manifestações culturais populares tradicionais e contemporâneas como congado, maracatu, hip hop, break), no Estação em Movimento - Ponto de Encontro, no Parque Municipal. Para o local estão também programados shows musicais todas as noites;
Aperfeiçoamento: incentivo ao aperfeiçoamento e ao surgimento de novos profissionais, através da realização de cinco oficinas gratuitas: Os temas das oficinas são: "Arte e Educação", "Encontros do Corpo", "Do Batuque à Cena", "Lero Lero de Quioco" e "Maquiagem Teatral".
As inscrições ficam abertas até 26/07, somente através do endereço www.pbh.gov.br/cultura/fitbh, onde estão todas as informações necessárias.
Levantamento da memória do Teatro Mineiro: incentivo ao registro de nosso teatro, cuja memória é quase inexistente. Dessa proposta consta o lançamento do livro "Do Transitório ao Permanente - Teatro Francisco Nunes (1950-2000)", do professor e historiador Bernardo Novais da Mata Machado, que conta um período da história de nossas artes cênicas.
FIT-BH/2002

Teatro Francisco Nunes
Av. Afonso Pena, s/nº - Centro
Parque Municipal
Informações: 3277-4366
WWW.pbh.gov.br/cultura/fitbh

14.7.02





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6.7.02

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E o Artimanhas, o blog pessoal desta escriba saiu aqui na coluna do Gravata no Caderno de Informatica de O Globo.