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11.2.23


 Madame Sassah Velha Sem Vergonha no Festival POA Burlesque- 2019. Familia Mezeck e Fanulia Sena todos presentes. 

 





Saudades dessas aulas com o grande mestre Marco Chavarri. Um marco definitivo na minha trajetória pessoal e artística. O acolhimento, a  sororidade verdadeira, contribuiram para a aceitação da minha idade avançada, e fazer das dificuldades da envelhescência, a minha potência na vida e na arte. Burlescar é preciso...

As mulheres oitentonas são ignoradas em muitas instancias politicas, sociais, culturais e pelas mídias todas.

Precisamos mais do que nunca da educação e a cultura do envelhecimento, e rever o conceito do que é ser velho no mundo atual.

Uma pauta tão sensível que nem o próprio movimento feminista, ainda não assimilou.

Essa é a verdade verdadeira! Voilà.

Anexo:

Foto de 2016 da minha personagem burlesca. a octogenária MADAME SASSAH, na aula do internacional master-class da arte do burlesco, Marco Chavarri.

Madame Sassah

#burlesco

#yesnostemosburlesco


11.7.22


 


C O N V I T E 

Para marcar na sua agenda deste mês.

Fica até dia 30 de julho, de terça a sábado, das 10 às 17 hs.

 

Mostra de Vídeos da Casa França Brasil QUARENTENA DIAS FELIZES 4/40, criação e realização da artista Cristina de Pádula com a curadoria de Alexandre Sá, Analu Cunha e Natalia Quinderé. Esta edição já foi exibida na Bienal de Coimbra AnoZero 2021-2022 em junho deste ano, e agora chega ao Rio.


Esta mostra de vídeos foi idealizada, batalhada e realizadada pela intrépida multi-artista Cristina de Pádula em abril de 2020 no início da pandemia diante da perplexidade, necessidade e obrigatoriedade de isolamento social. Cristina  explica  o  seu projeto:


- No confinamento e da urgência de ligação, elaborei 40 perguntas a partir da leitura da peça DIAS FELIZES de SAMUEL BECKETT, e convidei 40 pessoas, entre artistas, escritores, atores, psicanalistas, pesquisadores, professores e curadores (que indicaram outros artistas) para responderem em video de até 3 minutos, cada pergunta.


Convidei os curadores Alexandre Sá, Analu Cunha e Natalia Quinderé para que cada um escolhesse uma pergunta estabelecendo um recorte curatorial, como índice do confinamendo durante a pandemia.

Os vídeos desta edição respondem a 4 das 40 perguntas:


11. Como suspender um gesto pode gerar outro gesto ? Cristina de Pádula

  

18. Como eram aqueles versos inesquecíveis ? Analu Cunha


29. Quantos tesouros reconfortantes você leva consigo ? Alexandre Sá


39. Ainda resta alguma coisa ? Natália Quinderé


Cristina ainda ressalta:

-  A maioria dos vídeos foi elaborada durante o momento mais tenso da pandemia, quando o número de mortes aumentava.

 A precariedade de alguns registros não foi casual e expressam a condição distópica a que estavamos confrontados. 

Foi uma estratégia de conexão para a produção de sentidos na adversidade.

 

10.7.22

https://youtu.be/zatPQ3ji3H0

D I Z I N B O L S A  workin process da  peça DIAS FELIZES de Samuel Beckettt, estreiando no Festival  de Curitiba, em 2010. Esse trabalho faz parte do  Projeto Beckett que visa a montagem da peça de Bexckett. Os direitos autorais foram pagos através  da SBAT para os agentes   do autor em Londres.

 

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9.7.22

 https://issuu.com/ruthmezeck/docs/portofolio2011?fbclid=IwAR0e0aoOmBDDffbfxA0EzCsU-CfW0eNzIcYyPVB26X8c-xDnNNhp5yV3NMo

PROJETO BECKETT portfolio da primeira pauta em novembro de 2011. Todosos desdobramentos do projeto e suas interseções para a montagem e o pagamento dos direitos autorais da peça DIAS FELIZES de Samuel Beckett.


2.7.17

Momentos finais da performance NÃO POSSO FAZER MAIS NADA. DIZER MAIS NADA. MAS PRECISO DIZER MAIS, apropriação da personagem Winnie da peça "Dias Felizes" de Samuel Beckett, apresentada na MOSTRA 69 #3 na Casa Temporàriamente Sem Nome, em Botafogo - RJ
NAO POSSO FAZER MAIS NADA, DIZER MAIS NADA. MAS PRECISO DIZER MAIS.

Performance criada a partir da personagem Winnie da peça DIAS FELIZES de SAMUEL BECKETT. Esse trabalho foi pensado para ser uma roda de conversa com o público, do ponto de vista da personagem Winnie, e as luzes da plateia não se apagam. A inspiração na personagem da Winnie, e essa conversa com a plateia, transformam-se em pretexto para o solo balizado pelos conceitos da performance art.
 Atuação, direção e dramaturgia | Ruth Mezeck
O trabalho foi concebido e realizado durante a oficina de três mêses (julho, agosto e setembro do ano passado) na residência artística  "Apropriação a partir de tudo" no Teatro Poeira, no Rio, coordenada por ADRIANO GUIMARÃES do Coletivo Irmãos Guimarães, de Brasilia.
Cada participante entre os 20 selecionados de todo o país, desenvolveu o seu projeto pessoal, prático, a partir das questões desenvolvidas nessa oficina.

A atriz, palhaça, performer e empreendedora cultural Ruth Mezeck pesquisa e estuda os textos de Samuel Beckett desde 2006, e vem apresentando várias performances do texto "Dias Felizes" em espaços alternativos e festivais de teatro no Rio, e em outros estados brasileiros.
 Em 2007 estreiou a primeira performance beckettiana inspirada em Dias Felizes intitulada ESTADO BECKETT, e a segunda DIZINBOLSA estreiou em 2010 no Festival de Curitiba.
 E no ano passado, a nova versão dessa performance (d'aprés Adriano Guimarães) NÃO POSSO FAZER MAIS NADA. DIZER MAIS NADA. MAS PRECISO DIZER MAIS, estreada em dezembro do ano passado no Oi Futuro - Flamengo.